Hoje tive um sonho. Na verdade foi mais um pesadelo. Era um lugar conhecido
e estranho porque eu sabia onde estava mas, visualmente não se confirmava. As
pessoas não conversavam comigo apesar de eu conhecê-las, porém, entendiam o que
eu falava. Se eu tentava abraçá-las elas se afastavam!
Tive a sensação de ser rejeitada e a dor que eu senti parecia tão real!
Acordei com vontade de chorar. Graças a Deus nada disso era verdade.
Ficou um sentimento que eu não conhecia: Até no sonho eu preciso ser aceita.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Tem dias que não tô a fim
Uma moça do IBGE de nome acho que Juliana ou Fabiana veio em casa querendo que eu respondesse o questionário da casa vizinha pois, segundo ela, tinha uma meta a cumprir, já tendo vindo à tal casa vizinha umas quatro vezes e,não encontrado ninguém. E daí? Mandei que ela procurasse outro que tivesse tempo....ah, esqueci de dizer que a casa vizinha é de meus irmãos e que foram os vizinhos que informaram à tal qualquer coisa Ana que eu era parente. mandei ela pastar, saco!
Mari
Mari
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Visão Política
Meu Deus, é tão subjetiva a opinião que se tem da política!
A mídia não ajuda a esclarecer a nossa visão de reles mortais sobre o assunto.
O que esperar de pessoas que dirigem o destino do país, tão distantes de nós, tão manipuladores de
nossas opiniões? E quando se tenta dar uma opinião sobre certas personalidades aos nossos alunos,
eles já tem na ponta da língua, sua própria opinião, mera repetição do que ele ouviu na Globo.
O que fazer para que as pessoas tenham acesso às verdades sobre os políticos brasileiros?
Mari Fernandes
A mídia não ajuda a esclarecer a nossa visão de reles mortais sobre o assunto.
O que esperar de pessoas que dirigem o destino do país, tão distantes de nós, tão manipuladores de
nossas opiniões? E quando se tenta dar uma opinião sobre certas personalidades aos nossos alunos,
eles já tem na ponta da língua, sua própria opinião, mera repetição do que ele ouviu na Globo.
O que fazer para que as pessoas tenham acesso às verdades sobre os políticos brasileiros?
Mari Fernandes
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Poema a Quatro Mãos
Eu tenho tempos,
Tempos que não voltam
Tempos que me fazem falta
Tempos que me dão saudade
Tempos que não faço nada
Outros que só faço lembrar
Há tempos que só penso em você.
Fábio/J.
Tempos que não voltam
Tempos que me fazem falta
Tempos que me dão saudade
Tempos que não faço nada
Outros que só faço lembrar
Há tempos que só penso em você.
Fábio/J.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Coisas que Acontecem
Cada coisa esquisita que acontece com a gente que dá até vergonha de contar!
Como cair num buraco em dia de chuva. O bom é que não fui sozinha pro buraco.
Atender o telefone ao contrário. Tá certo que foi a primeira vez e eu não sabia a
diferença entre o bocal e o fone hahaha!
Pedir um lanche chamado peito de peru e achar que seria um peito de peru mesmo
kakaka! Não é hilário?
Como cair num buraco em dia de chuva. O bom é que não fui sozinha pro buraco.
Atender o telefone ao contrário. Tá certo que foi a primeira vez e eu não sabia a
diferença entre o bocal e o fone hahaha!
Pedir um lanche chamado peito de peru e achar que seria um peito de peru mesmo
kakaka! Não é hilário?
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
O TEMPO E O AMOR
Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de mármore quanto mais a corações de cera!
São as feições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco que terem durado muito. São como as linhas que partem do centro para a circunferência, que quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho.
De todos os instrumentos com que o amor armou a natureza, o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco com que já não atira; embota-lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos com que vê o que não via; e faz-lhe crescer as asas, com que voa e foge.
A razão natural de toda esta diferença é porque o tempo tira a novidade às cousas; descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas.
Gasta-se o ferro com o uso quanto mais o amor!
O mesmo amar é causa de não amar, e o mesmo ter amado muito, de amar menos.
(Pe. Antonio Vieira)
São as feições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco que terem durado muito. São como as linhas que partem do centro para a circunferência, que quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho.
De todos os instrumentos com que o amor armou a natureza, o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco com que já não atira; embota-lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos com que vê o que não via; e faz-lhe crescer as asas, com que voa e foge.
A razão natural de toda esta diferença é porque o tempo tira a novidade às cousas; descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas.
Gasta-se o ferro com o uso quanto mais o amor!
O mesmo amar é causa de não amar, e o mesmo ter amado muito, de amar menos.
(Pe. Antonio Vieira)
domingo, 29 de agosto de 2010
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